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ALDIR BLANC: Plataforma virtual abre acervo do Museu Ferroviário e do Café ao público

Plataforma virtual abre acervo do Museu Ferroviário e do Café ao público

O Museu Ferroviário e do Café Machadense [que teve sua abertura oficial programada para o primeiro semestre deste ano adiada devido à pandemia da Covid-19], pode ser virtualmente conhecido desde o dia 23/12/2020, através de seu site oficial: www.museudocafemachado.com.br.

O Museu, que é o primeiro grande projeto do Instituto Machadense de Artes e Ciências (IMAC) a ser implantado na cidade desde a sua fundação, está entre as associações culturais de Machado que foram contempladas com a lei de emergência cultural Aldir Blanc (Lei nº 14.017/2020), do Governo Federal. Valor da proposta de R$ 14.500,00 que foi aprovada, através de edital lançado pelo Município, vai permitir que o Museu, que está sendo montado em sede provisória à Avenida Ricardo Annoni Filho, 240, possa ser acessado.

Acervo do Museu Ferroviário e do Café Machadense reúne mais de 100 bens, dentre os quais, objetos que eram utilizados pelos ferroviários durante o trabalho, como trilhos, grampos de fixação de trilhos em dormentes, fotografias, telégrafos, balança, máquinas de escrever e de calcular e sinos de locomotivas. Sessenta e três desses bens são provenientes da Inventariança da extinta Rede Ferroviária Federal S. A. de Juiz de Fora, através de termo de cessão concedido pela diretoria geral do DNIT/Brasília, em 2018.

Entre os bens já catalogados, chama atenção a escrivaninha de madeira que pertenceu ao superintendente e administrador das obras de construção da Estrada de Ferro Machadense, engenheiro civil Dr. Edwar Dias, que foi o primeiro presidente da Cooperativa Mixta Agro-Pecuária de Machado que deu origem à atual Coopama. Acompanham a escrivaninha que foi doada ao MFCM por parentes de Dr. Edwar alguns instrumentos de trabalho do engenheiro, como prumo com luneta e a caderneta de anotações onde era feita a contabilidade das obras, esta, doada pelo neto do engenheiro, Edalvo, quando ainda vivo.

Embora o MFCM já tenha recebido algumas visitas, sobretudo de autoridades, em caráter de extrema excepcionalidade, as salas que abrigam o acervo e permanecem fechadas ao público, poderão a partir de agora, graças à Lei Aldir Blanc, de forma virtual.

Na foto, Zé do Arvino (José Aureliano de Mesquita) e professor José Vítor da Silva, presidente do IMAC, na tradicional venda/pensão localizada no Distrito de Gaspar Lopes, em Alfenas; prédio construído ao lado da antiga Estação Ferroviária

 

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